Mostrando postagens com marcador Raças. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Raças. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Os Hórus!

Apesar da pouca estatura - medem de 50cm. A 80cm. - são guerreiros poderosos, antigos e temidos. Por muitas vezes são chamados de "Anões de fogo" devido à semelhança aparente. Possuem longos e fortes braços, pernas firmes, rosto carrancudo e coberto de barba vermelha ou amarela escondendo a pele morena. As semelhanças continuam pelo dom que as duas raças possuem para forja.

Enquanto os anões focam suas forjas em armaduras, os Hórus são excelentes na criação de armas.São hábeis no combate, utilizando rapidez e força, arrancando o máximo das lâminas de espadas, machados, lanças, dentre outras.

Os homens são baixos e fortes, sem asas. Possuem a pele cor de bronze e usam saiotes com o peito desnudo. São ótimos com machados mas preferem o combate desarmado. Dizem que seu punho é tão durto quanto o aço.

Já as mulheres, chegam a 1,70m. São singelas e encantadoras. Lembram muito crianças no modo de agir e nas feições do rosto. Possuem enormes asas que acompanham toda a parte inferior do braço o que as permite voar tão alto quanto os pássaros. São caçadoras natas e as responsáveis na maioria das vezes por utilizar a forja do Hórus macho. Elas escolhem seu parceiro, um relacionamento que dura toda uma vida, pela beleza das armas que lhe são presenteadas.

Há os que crescem sem o entendimento da forja. Para conseguirem uma parceira, vendem sua alma para Cypius e em troca, recebem tamanho e um físico invejável. Ganham asas onde lhe são permitidos voar e "caçar" sua parceira. O rosto muda, ganham bicos e feições de aves, as penas ficam mais visíveis. Por isso se escondem atrás de longos mantos negros, presentes do tirano, que não sei queima ao contato com a pele tão quente quanto a lava de um vulcão. São chamados de Ptáks.


Humanos contam que os Hórus decidem quando um vulcão entra em erupção ou não. São criaturas ovíparas. Produzem poucos ovos e eles demoram 2 meses para chocar.

Constroem suas casas geralmente no alto de uma árvore, formando uma toca circular de barro que ultrapassa qualquer lei da física. A enorme toca, fica na ponta de uma árvore seca sem folhas e só é destruída com a morte do Hórus ou quando o mesmo resolve se mudar para um lugar mais alto. Quanto maior for a altura da residência de um Hórus, maior seu "status" entre eles, que é decidido na luta entre machos.

sábado, 27 de agosto de 2011

A Árvore da Vida.


Algumas histórias contam que a Mandala foi enterrada em solo sagrado e virou uma árvore. Hoje ela estaria situada no reino de Eixeh, embora nunca tenha sido vista.

Contam que a própria deusa Água regou a árvore e dos frutos nasceu uma raça tão querida aos humanos, os Vanaras.

A Árvore da vida era protegida por duas serpentes, que por vezes comiam os frutos estragados que caíam no chão. Elas se chamavam Ladon e Dragan. As duas viviam enroscadas no tronco da árvore e seus venenos, dizem, traziam sabedoria. Por vezes o veneno caía sobre o solo e pulverizava as frutas que vinham da árvore. Cresceu então o boato de que o fruto também trazia a sabedoria equivalente à dos venenos.

Por anos tentaram enganar as serpentes para roubar os frutos, mas elas eram por demais espertas e ninguém ousava enfrentá-las diretamente devido à força que possuíam.

Nimue – uma ariana conhecida apenas por esse nome – conseguiu a façanha. Por dias esperou, enfrentou chuva e sol, mas descobriu que as serpentes, uma vez ao ano, por 7 minutos, precisavam descansar juntas.

Nesse tempo ela bolou um plano digno de escorpiano, mas precisava de sorte. Por mais 11 anos, esperou calmamente até que durante os minutos que as serpentes dormiam, um fruto estragado caiu. Ela então o arrastou para longe das árvores e esperou as guardiãs acordarem. Quando as duas foram buscar o longínquo fruto, ela se transformou em um pássaro, roubou um dos frutos saudáveis da Árvore da Vida e voou para longe, sem nunca mais ter sido vista.

Hoje apenas histórias voam como areia ao vento e viajantes buscando a sabedoria perecem no gelado continente onde o mito leva.