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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A hierarquia do continente humano.

Antes da maldição dos signos, predominou o estado de natureza humano. A espada da justiça cortava a favor da vingança, não havia sentido para agricultura, pois os constantes ataques roubavam a colheita do dia. Os mais fracos entregaram seus corações a Cypius e o tirano fez bom uso deles.

Após a maldição o medo tomou conta do povo. A sombra de Cypius era gigantesca e as trevas libertas do artefato divino – chamado agora de Mandala – ganhavam a força do Ser Supremo.

Foi o tempo de união humana e quando a maldição virou benção. Os humanos passaram a respeitar os leoninos, senhores absolutos da mão da justiça, donos da verdade e da certeza. Mas era preciso algo para limitar esse poder e o conselho dos Anciens foi criado. Abaixo, a hierarquia detalhada.

  • Anciens: São 12 pessoas, representando os primeiros signos zodiacais. Possui um conselho que serve para limitar a loucura que o poder inflige na mente humana; raramente há a intervenção dessas 12 pessoas, mas elas existem, e fazem sombras para alguns leoninos egoístas. Além do mais, não é permitido que um leonino governe o reino dos signos que possuem terras. Esses são governados pelos próprios Anciens, variando o número de governantes de acordo com o tamanho do reino.
  • Leoninos – Reis / Rainhas: São os verdadeiros comandantes dos reinos. São chamados na cidade de Ljón e a partir desse momento, caso possuam algum herdeiro leonino, a família se mantém no poder. Possuem poderes ilimitados – ou quase – esbarrando apenas no conselho dos Anciens, que nunca foi preciso agir.
  • Leoninos – Príncipes / Princesas: Herdeiros diretos do trono. A prioridade para assumir é do primogênito homem, seguido por qualquer filho e só então, é a vez da mulher primogênita. Embora os melhores reinados do continente humano tenham sido femininos, essa “lei” antiga ainda não foi abolida.
  • Leoninos – Duques / Duquesas: Abaixo dos príncipes e princesas, os duques são aqueles que assumem um comando provisório na ausência do rei ou rainha. Assumem também quando o príncipe ou princesa for menor de 16 anos. Geralmente são vistos ocupando cargos de conselheiros reais.
  • Leoninos – Marqueses / Marquesas: Título dado às pessoas que cuidam de vilas e cidades dependentes do reino. Só respondem ao rei e ao duque. No caso do comando de algum príncipe ou princesa, é preciso que os herdeiros do reino se identifiquem em nome do atual regente.
  • Librianos – Nobres: Nunca houve em toda história de Senna, um libriano que assumisse o trono, mas está decretado que na ausência de leoninos para assumirem qualquer reino, um libriano da zona alta de Pólis, deve tomar seu lugar.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

A realeza de Leão!

Leão (7º dia 23 ano ao 8º dia 23 do ano):
Cidade: Ljón

Toda raça precisa de um líder. Forte, corajoso, amoroso, generoso, ambicioso, magnético. Os leoninos receberam esse dom do Criador e nenhum homem pode dar ordem em outro, a não ser que tenha nascido sobre a proteção de leão.

Animal esse que povoa grande parte da pequena Ljón, e é estampado com orgulho nas roupas dessas pessoas, representando a liderança e a confiança depositada. É a maior representação de um rei, o qual ao assumir o trono, recebe de presente uma coroa, que ao seu desejo, se transforma em um familiar leão. Esse familiar possui os mesmos sentimentos de seu mestre¹. Os dois assumem uma ligação espiritual. O leão adquire a forma da personalidade de quem usa a coroa, que ao simples comando, retorna à sua forma animalesca ou ao do objeto. O dourado da coroa passa a representar a saúde do usuário, ganhando uma tonalidade mais escura em tempos de doença, ou reluzente quando há saúde. 

Outros dois fatos chamam a atenção para os leoninos. O primeiro deles é que são os únicos humanos a possuírem sangue azul, que correm nas veias representando sua realeza. Outro fator, bem assustador, é a “Ira Real”. Uma maldição que assola poucos indivíduos, transformando-os em uma máquina de guerra, muitas vezes barrada apenas com a morte.

Amantes do luxo e da riqueza adoram ter tudo de melhor que o poder possa comprar, carregam em si a disposição de brilhar, vencer, centralizar e predominar. Para isso, possuem um dom capaz de transformar um simples soldado, em um herói que os geminianos contarão histórias por séculos, o dom da motivação em batalha.

A cidade leonina é um refúgio para reis depostos do cargo, seja por uma guerra ou por não fixar o objetivo comum de seus súditos. Ao contrário dos outros signos que possuem um reino, Ljón é apenas uma vila com uma grande torre no centro, sem casas ou qualquer coisa que a deixe mais bela. “A morte de um rei nunca é vista com bons olhos, pois todos os reis possuem algum crédito divino.” Seguindo essa frase, nunca se verá um rei matando outro rei. Em uma batalha se a vida leonina do exército derrotado for tomada, o rei vencedor nunca terá o respeito de seus novos súditos, o que dificultaria um reinado tranqüilo.


                                                                                                                                   
1 - Hierarquia será tratada após falarmos sobre as pessoas nascidas sob "Os dias esquecidos".