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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Morana

Morana sempre foi uma cidade importante, mas que nunca ganhou o valor que lhe é merecido. É a vila onde foi encontrada a Sétima Profecia e depois de Nova e Velha Tratos é o lugar com mais Virginianos no continente humano.

Governada pelo marquês - chamado de rei - Hero Oldembur, é um local de uma fé só, a dos piscianos e sua doce Oliva, que sacrificou-se em nome dos homens e hoje está aprisionada na Torre de Verdugo, lar de Cypius.

O título de rei é dado a Hero devido a um decreto criado por Balthazar, o Conquistador. Antes de Asah Inamoratta VI perder sua vida, o atual regente de Apolenas casou-se com ela. O Ancien de Ljón  anunciou que caso Asah inamoratta (no tempo, a regente de Apolenas) não tivesse um herdeiro ou uma herdeira, seu esposo não poderia assumir (atitude incompreendida até os dias atuais), e assim, sua palavra era lei. Nasceu Sol Inamoratta VII. Hero foi 'rebaixado' a Marquês.

Quando Asah morreu, dizem que Balthazar chorou por três dias, recluso em seu quarto real, com a companhia apenas do leão que forma sua coroa.

Dizem que foi aí, que resolveu decretar que Hero deveria ser sempre chamado de rei, e esse comovido, resolveu prestar serviço à Apolenas para sempre.

Alguns historiadores contam que tudo isso não passou de um belo plano de Balthazar, que sempre olhava mais à frente. Descobriu o segredo da Quinta Profecia de Oliva, que contava o aparecimento do pergaminho "em uma cidade - ou vila - que por importância deveria ser reino". Por anos, Morana e outras vilas ficaram sob o olhar atento de Cypius e Balthazar. Quando os olhos negros do tirano piscaram, Hero Oldembur encontrava secretamente a Sétima Profecia de Oliva.

Acompanhe em Destino e Honra - A Sétima Profecia, essa batalha pelo pergaminho sagrado. É a hora da segunda vitória dos humanos sobre o tirano.... Ou não.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Os humanos dos dias esquecidos!


A maldição dos signos assolou o mundo como uma praga de gafanhotos em colheitas. Mas assim como poucos milhos e trigos que sobrevivem para continuar sua história, alguns humanos também escaparam dos olhos divinos. Pessoas que nasciam nos últimos dias estranhamente viviam sem qualquer dom, nada que os destacassem dos 12 signos. Não demorou para que fossem usados pelos demais.

Cypius viu uma chance de conquistar novos aliados e, diz a lenda, que parte de seu poder foi transferido para esses humanos, que criaram reinos distintos de acordo com os dons adquiridos, reinos esses que estavam localizados no Continente Sombrio, onde reside a Torre de Verdugo, lar do tirano.

Deu-se então o “Empate Supremo”, Oliva e Cypius voltaram a igualar suas forças, entretanto a irmã do tirano continua, até os dias atuais, presa nas masmorras da terrível torre.

Nos últimos dias do ano surge a estação de Penumbra, ocasião que o deus Fogo se vai de Senna para namorar sua lua. As estrelas se apagam no céu e as trevas reinam em absoluto durante 61 dias.

Um dos reinos dos humanos que nasceram nos dias esquecidos é Mesmer. Sem registros nos livros dos humanos, apenas uns poucos geminianos contam que o lugar a noite brilha como o dia, mesmo na estação de penumbra e que durante o dia as cores dominam cada casa das cidades. As pessoas que lá nascem são chamadas de mesmerianos, considerados os grandes algozes dos arianos. São capazes de penetrar a mente de um mago e estraçalhá-la como se fosse um martelo encontrando um espelho. Passam grande parte do tempo treinando suas mentes para o auxiliar de Cypius – é o que contam os geminianos – e são chamados de telepatas.

Os outros esquecidos são chamados de Penumbrianos, pois nasceram nos últimos dias da estação sombria e não possuem reino. São capazes de trazer um ente querido de volta à vida. Entretanto há um preço a pagar por tudo isso: sangue do invocador e parte do corpo do invocado. Os que voltam da vida se tornam assim criaturas horrendas, às vezes sem braços, peles, pernas, dentes e etc. As pessoas dos últimos dias da penumbra, geralmente são frágeis, de aparência cansada, abatida e fraca, devido à perda de sangue no decorrer das invocações.

Quem nunca quis reviver aquele ente querido? É isso que os fazem as pessoas nascidas nesse mês. Eles revivem qualquer pessoa ou animal que já não está entre nós. Para isso eles precisam de algo usado ou do próprio corpo de quem irá ressuscitar em junção com o próprio sangue do invocador. Possuem aparência abatida e fraca devido à perda de sangue no decorrer das invocações.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A disciplina de Capricórnio

Capricórnio (12º dia 22 do ano a 1º dia 20 do ano):
Cidade: Makara

Talvez o signo mais injustiçado e importante do planeta. As pessoas desse signo vivem um dilema eterno entre o servir ou ser servido, sabe que a segunda opção é impossível depois da maldição imposta, mas a mente humana é um labirinto que nem nós mesmos nos encontramos.

O tom negro predomina nas roupas e armaduras dessas pessoas, pois a felicidade há muito os abandonou e não há motivos para sorrir senão de uma verdadeira alegria.

Desde crianças são designados a abdicar de suas vidas para proteger algo ou alguém. Isso acontece mesmo antes de nascer, no ventre da mãe, onde os aquarianos consultando espíritos antigos designam a criança à sua missão em Senna.

São conhecidos assim, como protetores, e o que guardam vale mais do que a própria vida.

A cidade de Makara é calma e segura, ninguém ousa atacá-la, pois qualquer um em sã consciência sabe que precisará algum dia da proteção do capricorniano. Sem mencionar o terreno montanhoso que mantém afastado qualquer exército inimigo.

O local é habitado apenas por mulheres grávidas. Elas permanecem na pequena cidade até o 2º ano de vida do filho, que então é designado para seu destino. Devido a isso, o capricorniano nasce sem conhecer seu pai e sequer lembrar-se direito de sua mãe, onde até mesmo, um retrato lhe é privado. “Todas as lembranças afetivas devem ser esquecidas, devemos nos focar na proteção de quem nos foi designado”.

O pequeno reino de Makara é montanhoso e só é possível chegar até ele utilizando as cabras-peixe. São animais geralmente diurnos capazes de escalarem montanhas até o topo em busca da maior presença do sol. Ficam o dia todo no alto, recebendo todo o calor do deus fogo. Ao entardecer, descem rapidamente, pois a força da lua transforma a calda desses animais em uma forma aquática e por isso, necessitam de água. Dormem a beira do “Rio da Proteção” com a cauda de peixe imersa e o dorso descansando nas gramas.

Quando chove, a travessia só é possível graças a essas cabras-peixe, por isso virou o símbolo dos estandartes capricornianos, representado pela forma noturna do animal.

Alguns capricornianos contam que quando sobem ao lado da cabra-peixe, na montanha mais alta do reino, se pode ouvir a voz de Oliva cantando em seus corações. Devido a essa afirmação, muitos foram perseguidos pelos piscianos, que acabaram com muita violência, minando qualquer chance de comprovar tal lenda. 


Próximo post: Os dias esquecidos!

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O Fim da Guerra Familiar.

Todo vitorioso gosta de colher os espólios do triunfo. O orgulho toma conta de deuses, homens, elfos ou anões, e o sentimento de soberba triunfa nos corações de quem alcançou a glória. Tal sentimento cavalgou pelas veias de Cypius, e na excitação da vitória gritou:

- Eu Cypius, filho de Deus, punirei os intrusos do planeta. - Ele estava em cima de uma enorme rocha, arrancada das entranhas de Senna e arremessada contra os humanos derrotados. - Vocês nasceram de uma semente divina como uma árvore, e deverão murchar como as flores dessas árvores, irão conhecer a morte e a dor pela ousadia de ter me enfrentado.

E o mundo viveu em trevas por mais dois anos. Os humanos iam morrendo um a um, pois a morte havia sido lançada a eles como uma doença que mata aos poucos. De agonia os mais fracos tiraram a própria vida. De pé, restavam apenas os mais resistentes e corajosos.

Eles então aprenderam o que é ambição e temor. Descobriram outra saída: Se aproximar dos Ser Supremo e conquistar seu afeto. Assim, muitos passaram a se aliar a Cypius, por promessas de poder e vida eterna.

Oliva estava acorrentada, mas isso não a impediu de enxergar o que estava acontecendo e rezar pelos humanos. Mas a morte rondava a nova raça como abutres rondam uma caça abatida. E cada vez mais, Cypius arrebatava novos cordeiros para seu pasto com nuvens cinzentas e gramas tão escuras quanto a noite.

A última intervenção divina em Senna, então aconteceu. O Criador de Senna, fora comovido pela fé da irmã derrotada. Luzes que lembravam cristais ao sol cortaram as nuvens negras e perfurou com amor o coração dos Wardjans. Nesse momento, muitos, mesmo que não demonstrassem, passaram ao lado de Oliva.

E a voz do Iniciador, que lembrava flechas raivosas encantadas por trovões, mostrou sua autoridade:

- Vocês minhas criações, protegidos de Oliva, ousam traí-la? Amaldiçoados foram pela espada da boca de Cypius, meu filho. Porém não percebem que receberam o escudo de minha outra filha? Sim, nasceram como uma árvore e assim sendo darão frutos, crescerão e quanto maior forem, tão assim será a força de vocês. Como castigo, irei dividi-los, e assim espero que aprendam a civilidade, que aprendam a conviver com o próximo, e percebam que unidos são uma força a ser temida. Esse é meu presente.

E os poucos humanos que conseguiram manter-se de pé receberam ondas de energia que atravessavam os corpos. Foram divididos em 12 signos, mas nunca alcançaram a união. Passaram a procriar, e isso foi o começo da vida humana no planeta.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A derrota na Guerra Familiar

O dia da Guerra Familiar chegou. Reza a lenda que o encontro entre os dois Seres Supremos ocorreu em um agradável campo verde com flores a exalar seus perfumes, hoje conhecido como Vale da derrota. Hoje o belo verde deu lugar à uma neve cinza como um dia nublado. E dizem que há marcas que até hoje queimam na lembrança do terreno e o gelo não pode tocar.
Contam também que elfos, humanos e anões faziam um círculo ao redor de Oliva, demonstrando no rosto uma falsa coragem que só ela mesma podia enxergar.

Os passos das criações de Cypius eram como terremotos e os defensores do norte, no início da batalha temeram, deixaram mostrar no rosto o pavor com o enorme tamanho das criaturas, os wardjans.

Muitos dos elfos do clã das adagas fugiram para as montanhas próximas, deixaram que o medo dominasse, e mais uma vez a raça criada por Oliva se encontrou traída, agora pelo seu próprio povo. A partir desse momento, os que fugiram do campo de batalha foram chamados de Elfos Negros e as adagas banidas das mãos dessa raça, não eram do tipo que guardavam mostras de uma covardia.

Os wardjans avançavam com seus passos largos, e não havia esperanças para o lado de Oliva, mas os remanescentes continuavam firmes, com suas espadas e escudos élficos a brilhar. As armaduras mesmo com a aproximação das sombras ainda reluziam, o trabalho élfico ganhou seu valor. Os anões ajoelhavam-se por não conseguirem manter-se de pé. O ar ficou pesado, os humanos mal conseguiam respirar, tudo estava contra eles.

Um wardjan, com um rosto tão deformado que mais lembrava uma montanha, agarrou enormes pedras e as arremessou contra o exército de Oliva que estava reunido, dispersando-o, diminuindo ainda mais as chances dos humanos. Porém não houve entrega, os seguidores da Ser Suprema lutaram bravamente, não entregaram o mundo sem algumas feridas nos inimigos. Porém a coragem nem sempre vence uma guerra, estavam enfrentando wardjans e um Ser supremo com seus poderes ainda no auge, e foi Cypius que deu a vitória para seu lado, ele ameaçou esmagar todos com o grande poder do sol. Suas mãos ao alto, pareciam trazer o deus fogo para cada vez mais perto, e todos sentiram o calor engolir Senna.

Foi quando Oliva ordenou que seu exército desistisse da luta, pois não poderia haver vitória com tantas matanças, ela se entregou a Cypius que a mantém presa, acorrentada na Torre de Verdugo até os dias atuais.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Estopim da Guerra Familiar. A Criação da "Beijo dos deuses"

Os elfos tinham olhos e ouvidos por todo o mundo. Cuidavam de Oliva e precisavam de atenção redobrada para a segurança da Ser Suprema, e foi um desses olhares que alertou sobre um perigo que abalaria, e mudaria toda a história de Senna.

Amrod Ciryatan, um elfo de longos cabelos brancos como o leite, e rosto com traços singelos como o de uma jovem, declarou ter escutado em meio às sombras da Torre de Verdugo o plano do irmão de Oliva.

Cypius planejava usar os Wardjans para um terrível ataque contra a irmã. Esperava pegá-la desabilitada e surpreender seus guardiões élficos. Com Oliva fora do caminho, seu Pai teria amor apenas para ele e suas queridas trevas, rejeitadas ao sul. Poderia reinar por todos os continentes, tomaria suas próprias decisões, sem a necessidade de compartilhá-las com alguém, foi tomado pela inveja e egoísmo, sentimentos humanos contido nas sombras que foram libertadas do artefato esférico antes da hora.

Havia apenas um erro no plano de Cypius. Subestimou os novos elfos, que após a traição dos anões, ficaram precavidos e desconfiados. Nem mesmo Oliva escapava dos olhares inquisidores dos guardiões que a protegiam. Amrod Ciryatan cavalgou dias e noites em cima de Anbarr, um belo garanhão, alvo mais que a neve, de pés peludos, que lhe davam a impressão de voar. Galopava mais rápido que qualquer outra montaria, atravessava o mar como se estivesse em terra e nunca se cansava.

Oliva quando soube dos planos de seu irmão, teve consciência que não havia tempo para descansar, nem recuperar suas forças. Conversou com seus guardiões e implorou para que eles libertassem os Anões. E eles, assim fizeram.

Eis que então uma surpresa tomou conta de todos. Aquela raça tão alta e robusta, tinha reduzido-se a criaturas com estaturas baixas e enormes barbas. Era como se o tempo tivesse encarregado de moldar uma nova raça. A princípio, Oliva e os elfos se deram por vencidos na batalha que estava por vir. Como uma raça tão pequenina traria vantagem contra Cypius? Mas ao ver a força que aqueles pequenos homenzinhos possuíam, viram um brilho de vitória cavalgar com seus nomes.

A última ordem entregue do Criador, fez com que os anões ajudassem os elfos e Oliva na batalha. O pequeno povo virou escravo daqueles que traíram e isso permanece até os dias atuais.

Oliva criou um martelo, que diz a lenda, foi forjado pelos quatro deuses com estrelas trazidas do Infinito do Nada. Mas apenas uma pessoa pôde segurá-lo, Lólindir Ciryatan, pai do elfo que escutara os planos malignos de Cypius. Lólindir forjou 5 armas que poderiam mudar o rumo da guerra que estava por vir. Umas dessas armas, chamou-se “Beijo dos deuses”, uma espada que carregava a fúria da natureza em suas lâminas.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Os Primeiros Habitantes

O Criador fez surgir então, dois seres supremos, um com aparência masculina, pele negra e cabelos quase da mesma cor. Possuía olhos vermelhos e um corpo robusto. Quem o viu, conta que sua roupa era tão negra quanto o corpo. Dizem que usava um sobretudo com alguns detalhes em vermelhos. Parecia usar luvas mas grande parte das histórias contadas pelos religiosos colocam garras ao invés de dedos. Foi chamado de Cypius.

O outro ser possuía uma graciosa presença feminina, trajando roupas brancas em seda, que dava uma vaga idéia de que a mesma flutuava. Os longos cabelos negros que cobriam a testa lhe deixavam com um ar misterioso, e os olhos verdes mais pareciam uma vasta floresta, onde qualquer homem adoraria se perder.

Esses seres ficaram encarregados de moldar o planeta como bem entendessem. Construíram árvores, animais, flores, chamaram o planeta de Senna, e o dividiu em 5 estações: Verão, onde o calor tomaria conta; Primavera, o nascimento das flores; Outono, época da colheita; Inverno predominantemente gelado e Umbra, onde haveria total ausência da luz.

Diz a lenda que Umbra é quando o deus Fogo, agora como Sol, resolve se isolar com seu presente vindo Criador, a esposa Lua.

Logo depois os dois tiveram filhos, os cometas, que adoram o Infinito do Nada, e às vezes passam pelo planeta para visitarem seus pais. Porém o que mais de grandioso que os Seres Supremos fizeram foi a modelagem de criaturas que se assemelhavam muito às suas formas.

Cypius criou o que chamou de Anões. Eram altos, fortes e robustos, utilizavam as pedras criadas pelos seres supremos como armas, moldavam tal mineral como ninguém, era uma raça rude, descobriram a fazer uma bebida que tinha como álcool o ingrediente principal e sempre era motivo para bebê-la, seja por uma péssima caçada, para assim fazer chacota a um amigo ou até mesmo uma lâmina quebrada ao tentar forjá-la adicionando um novo tipo de mineral.

Oliva criou os Elfos, eram delicados como ela e amantes da natureza ao redor. Enquanto os anões devastavam o lugar em que moravam, os elfos concertavam, e plantavam. Suas casas eram tão belas quanto seus corpos, que possuíam uma pele delicada e pura como o primeiro orvalho da manhã. Moldavam tão bem os minerais como os anões. As duas criações mantinham o equilíbrio do planeta, renovando-o sempre. Após essas duas criações uma voz surgiu.

-Contemplo vossas criações, tão belas quanto vós próprios. Aqui vos entrego meu presente ao planeta. Só vos peço que o abram apenas na Umbra, onde estarão por completo.

E uma esfera envolvida em duas cores reluzentes foi entregue aos Seres Supremos. Eles decidiram que nas duas primeiras estações, os Elfos cuidariam do tal objeto enquanto os anões ficariam com as outras duas antes do Umbra.

Mas os anões possuíam uma característica pouco conhecida até então. Uma curiosidade alimentada por uma inveja maligna e traiçoeira. Queriam ser os primeiros a cuidarem do tal artefato, e isso talvez, causaria a própria ruína da raça....


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